Um atual campeão enfrenta uma escolha difícil
Matt Fitzpatrick é o atual campeão do DP World Tour Championship, tendo vencido o evento três vezes no passado. Apesar dessa história, ele diz à People que não se sente confortável em retornar a Dubai este ano. O torneio está programado para ser o último evento da temporada em novembro, tornando-se um jogo crítico para os jogadores. Mas as preocupações com a segurança o fizeram mudar de ideia sobre a participação. O conflito no Médio Oriente é a sua principal preocupação, já que Fitzpatrick diz que a guerra em curso torna a viagem arriscada. Ele não é o único que acompanha as notícias de perto; Outros jogadores também estão tentando descobrir se é seguro viajar. A incerteza é difícil para todos os envolvidos, pois os jogadores precisam planejar seus horários com meses de antecedência.
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Como jogador de golfe de classe mundial, atualmente classificado em quarto lugar no mundo, com um título do US Open e muitos mais em seu nome, Fitzpatrick tem muito sucesso em seu crédito. No entanto, apesar desse histórico, ele agora está sendo extremamente cauteloso. Ele admite que sua perspectiva mudou, observando que deseja primeiro proteger sua família. Esta é uma posição importante para um atleta de ponta.
Como se tornar pai mudou sua perspectiva
Fitzpatrick tornou-se pai pela primeira vez em agosto, recebendo um novo bebê em casa. Essa mudança de vida a fez pensar de forma diferente sobre viagens, pois ela diz que ter um filho muda suas prioridades. Ele está mais preocupado com a segurança agora do que nunca, e um novo pai naturalmente quer ter cuidado com suas vidas. Ele falou sobre isso no BMW PGA Championship em Wentworth enquanto se preparava para aquele grande torneio. Ele disse aos repórteres que não estava interessado em ir para Dubai neste momento, dizendo que seria estranho que as notícias da região o deixassem desconfortável. Ele simplesmente não quer correr nenhum risco com sua nova família.
O momento também é muito difícil, pois a digressão tem de ser decidida em breve e os jogadores aguardam uma resposta clara. Fitzpatrick disse que o atraso é frustrante porque ele não consegue planejar sua temporada sem saber a verdade. Ele entende que há muitas coisas a considerar nesta viagem, mas ainda se sente inseguro quanto ao plano atual.
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Memórias assustadoras do ataque ao hotel
Fitzpatrick tem uma lembrança específica que o assusta: um ataque no início deste ano em um dos hotéis em que comeu em Dubai quando conquistou seu último título. Ele estava jantando lá poucos meses antes da greve, e essa situação o deixou muito nervoso, porque ele sabia que as coisas poderiam dar errado rapidamente. Ele disse à BBC que o incidente foi muito assustador e pensou em quão perto estava do perigo. O risco estende-se para além dos campos de golfe, chegando a hotéis e cidades, uma vez que os EAU podem ser um alvo devido a conflitos com o Irão e outros países. O risco é real e presente.
Esse medo não está apenas em sua cabeça; Ele assiste aos noticiários e lê sobre ataques e tensões. Ele disse que as notícias às vezes podem ser unilaterais, mas os fatos mostram que a área é instável. Ele não se sente seguro naquele ambiente e quer mudar o evento para outro local.
Decepção com o silêncio do passeio
Fitzpatrick está insatisfeito com a forma como a turnê está lidando com a situação porque diz que a comunicação foi muito vaga. Safar disse-lhe que uma decisão seria tomada em junho, mas esse tempo passou sem resposta. Ele conversou com o CEO do Tour, Guy Kinnings, mas ainda não tem um plano claro. Esta falta de transparência é frustrante para ele porque é difícil tomar decisões sem informação. Os jogadores precisam reservar voos e hotéis e saber onde jogarão. A turnê diz que está monitorando a situação e conversando com conselheiros de segurança, mas Fitzpatrick quer uma resposta definitiva agora e não pode esperar para sempre.
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A turnê diz que quer tocar nos Emirados Árabes Unidos e planeja manter os eventos conforme programado, embora ainda esteja acompanhando as notícias para ter certeza de que é seguro. Fitzpatrick entende que o Tour tem um trabalho a cumprir e sabe que precisa pensar em dinheiro e patrocinadores. Ele ainda acha que o processo é muito lento.
Comparação com corridas de Fórmula 1
Fitzpatrick procura pistas em outros esportes, citando as corridas de Fórmula 1, que também incluem corridas no Oriente Médio. Há rumores de que essas corridas podem ser canceladas e ele se pergunta o que acontecerá com os eventos de golfe. Se os pilotos não forem, os jogadores de golfe irão? Esta é a questão que ele tem em mente, e ele não sabe o que a Fórmula 1 fará, pois ouviu vários rumores. Alguns dizem que vão ficar e outros dizem que vão embora, e ele acha que isso também afeta o golfe porque se alguém sair do jogo pode ser um sinal para outros. As questões de segurança são iguais para todos, por isso o risco é partilhado por todos os desportos.
Essa comparação o torna mais cauteloso porque ele vê que mesmo os grandes acontecimentos são incertos. Se os pilotos estão preocupados, também deveriam estar, porque o Oriente Médio é um lugar perigoso neste momento. Ele não quer fazer parte de uma multidão que ignora o risco e quer ver o que acontece antes de assumir um compromisso.
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O que dizem os funcionários da turnê
Os dirigentes do DP World Tour estão revisando os protocolos de segurança e também acompanhando o Campeonato de Abu Dhabi. Este evento acontece pouco antes da final em Dubai e ambos os eventos são muito importantes para o tour. Eles trazem muito dinheiro para os jogadores e o tour quer continuar esses eventos porque são apoiados por grandes patrocinadores. Um porta-voz do tour disse que está conversando com os jogadores e que eles podem escolher seus próprios horários. A turnê quer tocar conforme planejado, mas está ouvindo os conselhos de especialistas. Eles continuarão monitorando a situação para tomar a decisão certa para todos, sabendo que este é um momento difícil.
O CEO Guy Kinnings está a liderar a revisão, embora não possa controlar o que o Irão está a fazer porque a guerra é uma questão política. Ter que lidar com as consequências da viagem e tentar equilibrar a segurança com os seus negócios. Eles precisam tomar uma decisão que funcione para todos, mas por enquanto os jogadores ficam esperando.
Outros jogadores compartilham a preocupação
Shane Lorio pondera a situação como companheiro de equipe de Fitzpatrick na Ryder Cup. Lowry diz que a turnê enfrenta grandes decisões e não quer comentar muito sobre política, observando que os poderes constituídos terão que resolver o problema. Ele sabe que os jogadores estão observando de perto e diz que se o torneio acontecer, os jogadores irão. Outro jogador que está preocupado é Ryan Fox, um grande campeão que diz estar monitorando a situação. Ele não pode ir se achar que não é seguro e não é o único com dúvidas. Muitos jogadores estão fazendo perguntas para saber se as apostas são muito altas e se o clima entre os jogadores é cauteloso.
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Alguns jogadores dizem que está tudo bem, enquanto outros dizem que estão desconfortáveis, por isso não há um acordo claro. Cada jogador deve fazer sua própria escolha e decidir o que é certo para ele. Fitzpatrick diz que conversou com alguns deles e eles têm opiniões diferentes, o que mostra o quão difícil é a decisão.
O futuro do golfe no Médio Oriente
O Médio Oriente é uma grande parte do calendário do golfe, com muitos eventos a decorrer todos os anos. O Dubai Invitational e o Dessert Classic são populares e acontecem em janeiro e fevereiro. Se a situação não melhorar, esses eventos podem ficar em risco e o passeio pode ter que ser cancelado em 2027. A região quer que o passeio volte porque faz bem ao turismo e traz dinheiro para a economia local. As pessoas querem ver os jogadores de golfe, mas a segurança está em primeiro lugar. Se a guerra continuar, os acontecimentos podem não acontecer, por isso a viagem tem que pensar no longo prazo e o perigo não pode ser ignorado.
Fitzpatrick diz que quer muito que a turnê aconteça e sabe que é um ótimo show, mas não se sente seguro no momento. Ele sentiu que a situação era muito volátil e que uma solução precisava ser encontrada durante a turnê. Eles podem ter que mudar os eventos ou esperar até que seja seguro fazê-lo, deixando incerto o futuro das viagens na região.
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Considerações finais sobre a decisão
Fitzpatrick diz que não está 100% confortável e não está ansioso para ir. Ele sabe que não conseguirá defender o título, o que é uma grande perda para ele, pois é o favorito para vencer este evento. Ele valoriza mais sua segurança, lembrando que não pode controlar as decisões do passeio e só pode fazer suas próprias escolhas. O tour fará a decisão final ouvindo especialistas e acompanhando as notícias para decidir se é seguro. Até lá, Fitzpatrick vai esperar, observar a situação e ver se as coisas melhoram, pois espera o melhor resultado para todos. Esta história mostra como é difícil praticar desporto numa zona de guerra, onde a segurança é fundamental.



