A conquista do Campeonato Sul-Americano Sub-17 em 31 de março de 2024 ficou literalmente gravada em sua pele. A zaga Ana Elisa decidiu eternizar o título com uma tatuagem, simbolizando um dos momentos mais marcantes de sua trajetória com a camisa da Seleção Brasileira. Agora, pouco mais de um ano depois, ele inicia um novo capítulo: sua primeira convocação para a seleção sub-20.
“Vencer o Sul-Americano foi indescritível. Foi um momento que eternizei em mim mesmo – fiz uma tatuagem – porque é algo que sonhamos desde criança”, disse.
A zagueira Ana Elisa faz tatuagem para eternizar o título sul-americano de 2024Crédito: Fábio Souza/CBF
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Após ser descoberto em uma seletiva para o Centro Olímpico, o zagueiro construiu uma carreira sólida. Ele está na sétima temporada na Ferrovia e foi convocado para a seleção juvenil do Brasil. Anna Elisa relembrou a emoção de viver esse sonho tão jovem.
“Minha primeira convocação foi em 2023. Eu tinha 15, 16 anos. Sempre foi algo que almejei muito. Vestir essa camisa foi a concretização perfeita do meu sonho e foi incrível”, lembrou.
Depois de quase um ano sem ser convocado, o regresso à selecção nacional assumiu um significado especial na carreira do defesa-central. Segundo ele, a notícia chegou na hora certa.
“Era algo que eu queria muito. Fiquei praticamente um ano sem ser convocada e treinando muito para voltar. Não esperava, mas veio quando mais precisei. É como confirmar que sou capaz, que mereço”, comemorou.
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O amistoso contra os EUA será uma chance para Ana Elisa aos poucos reconquistar sua vaga.
Ana Elisa durante o segundo dia de preparação para o amistoso do Brasil contra os Estados Unidos, no Kansas Crédito: Fábio Souza/CBF
“Estou tentando dar o meu melhor, relaxando um pouco, mas dando tudo de mim. Quero ajudar o time e esta comissão técnica, o que é ótimo”.
O jogador também avaliou os desafios de ingressar na seleção sub-20 e o papel do grupo nesse processo de adaptação. “É diferente de tudo que já vivi. É mais difícil, mais complicado, mas são experiências que vão me ajudar muito a crescer.”
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“Os jogadores ajudam muito, me apoiam, conversam comigo. A comissão técnica é muito receptiva e receptiva. Está me ajudando a me abrir e a me desenvolver melhor em campo”, acrescentou.
O Brasil enfrentará os americanos em seu primeiro amistoso no CPKC Stadium, no dia 11 de abril. A segunda partida será disputada no dia 15, no Riverside Stadium, ambos no Kansas, nos EUA. Anna Elisa espera um confronto acirrado contra uma das principais forças do futebol feminino.
“Sabemos que será um jogo duro, intenso, complexo. Se conseguirmos aplicar em campo tudo o que praticamos, será um jogo muito bom. Vai nos ajudar a ver o que precisamos melhorar para estarmos bem preparados para a Copa do Mundo”, finalizou.
Este artigo foi traduzido para o inglês por inteligência artificial. Você pode ler a versão original de 🇧🇷 aqui.



