Nova Delhi: Em uma noite em que marcos acenavam, Sanju Samson escolheu a substância em vez das estatísticas, guiando o Chennai Super Kings a uma vitória crucial com uma invencibilidade de 87 vitórias contra o Delhi Capitals no Estádio Arun Jaitley.
Samson admitiu após o jogo que a ideia de um terceiro século nesta temporada passou pela sua cabeça, mas que a invencibilidade lhe deu “mais satisfação”. “Centenas são sempre especiais. Havia um desejo, mas tive que ser um pouco mais egoísta para consegui-lo… Ganhar o jogo dá mais confiança, satisfação e alegria”, disse ele com um sorriso durante a apresentação pós-jogo.
Agressividade calma, controlada e calculada
Perseguindo 156 em uma superfície lenta, o CSK estava sob pressão inicial a 45/2. Sansão, porém, não se comoveu. Conhecido por seu comportamento calmo, o batedor-guarda-postigo insiste que seu comportamento calmo não é novidade. “Para ser sincero, sou sempre assim… mesmo fora de casa, estou bem”, disse ele.
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Samson revelou que está trabalhando em seu movimento inicial, adaptando-o de acordo com o lançador e a situação da partida. Essa preparação apareceu quando ele ancorou a perseguição, inicialmente cauteloso com 22 bolas em 22 antes de mudar de marcha perfeitamente. Ele mencionou seu meio século no século XII e depois desmantelou o ataque a Delhi com agressão controlada.
Sua invencibilidade de 114 corridas com Karthik Sharma garantiu que o CSK cruzasse a linha com facilidade, encerrando a perseguição com 15 bolas de sobra.
“Jogou pela equipe” – elogiou a maturidade de Gavaskar
A decisão de Sansão de priorizar a vitória sobre marcos pessoais ganhou elogios generalizados. Na conversa pós-jogo, Sansão reiterou a sua mentalidade: “Um século é sempre especial. Mas para isso tenho que ser um pouco egoísta… Achei que era melhor para a equipa vencer o jogo”.
Essa clareza impressionou o ex-grande indiano Sunil Gavaskar, que destacou o crescimento do batedor. “A paciência traz grandes recompensas. Ele se prepara e depois acelera. Se Karthik não tivesse finalizado aqueles arremessos, Samson poderia ter marcado seu século. Mas ele jogou pelo time”, observou Gavaskar.
Virender Sehwag expressou sentimentos semelhantes, elogiando a melhoria da consciência de jogo de Samson.
“Ele jogava 100% críquete, atacando a bola apenas na sua zona. Nos últimos anos, sua compreensão do jogo melhorou muito”, disse Sehwag.
As esperanças do CSK nos playoffs giram em torno de Sansão
Os números de Samson sublinharam seu impacto nesta temporada – 402 corridas em 10 partidas, incluindo dois séculos e cinquenta, o classificaram entre os melhores jogadores. Mais importante ainda, as suas contribuições influenciaram diretamente as vitórias do CSK.
Agora com cinco vitórias, o Chennai segue firme na busca pelos playoffs. E se quiserem aprofundar-se no torneio, a combinação de compostura, clareza e capacidade de vencer partidas de Samson pode ser decisiva.
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