O técnico da Bélgica, Rudy Garcia, disse que não está preocupado com a atmosfera potencialmente hostil no estádio devido à presença de torcedores dos Estados Unidos nas quartas de final da Copa do Mundo, na sexta-feira, contra a Espanha.
A Bélgica venceu os Estados Unidos por 4 a 1 nas oitavas de final, após uma preparação acirrada para um jogo alimentado pela polêmica sobre a suspensão por cartão vermelho do atacante norte-americano Folarin Balogun.
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“Vencemos os Estados Unidos em um jogo onde todos estavam contra nós, não poderia ser mais complicado do que amanhã”, disse Garcia em entrevista coletiva na quinta-feira.
“Não sei como será amanhã, mas os visitantes não marcam. Vamos jogar contra a Espanha.”
Balogun foi suspenso nas últimas 16 partidas contra a Bélgica durante a vitória das oitavas de final sobre a Bósnia e Herzegovina.
A FIFA, no entanto, numa medida quase sem precedentes, suspendeu a suspensão para que ele pudesse jogar contra a Bélgica, ao mesmo tempo que rejeitou um apelo da Bélgica.
Os críticos acusaram a FIFA de suposta interferência política, com o presidente dos EUA, Donald Trump, admitindo que queria uma revisão porque “não achei que fosse uma falta”.
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O chefe da FIFA, Gianni Infantino, insistiu que o apelo de Trump não influenciou de forma alguma a decisão.
O vencedor da partida de sexta-feira marcará o confronto semifinal contra a França, que derrotou o Marrocos por 2 a 0.
“Jogamos contra um dos favoritos. Conhecemos a força de cada jogador. Eles são os melhores na manutenção da posse de bola, ainda não sofreram nenhum gol neste torneio”, disse Garcia.
Mas ele insiste que é hora de mudar isso.
“Todo mundo está dizendo que vamos para casa. Mas esse jogo ainda não acabou”, alertou Garcia.
O meio-campista Amadou Onana é o único jogador que estará indisponível devido a lesão.



