O secretário do Exército, Dan Driscoll, tornou-se o último nome poderoso a renunciar em Washington, renunciando na segunda-feira, após meses de confrontos com Pete Hegseth.
Havia rumores de que Driscoll renunciaria em algum momento entre agora e o final do ano, mas a Casa Branca anunciou sua saída na segunda-feira.
“O secretário Driscoll tem sido extremamente eficaz no avanço da agenda do presidente Trump para tornar a América forte novamente nas forças armadas, fornecendo liderança excepcional durante operações militares históricas, enfatizando a prontidão e a letalidade, facilitando as negociações entre a Rússia e a Ucrânia e muito mais”, disse a porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, num comunicado do Daily.
Ele acrescentou: ‘O Exército dos Estados Unidos está mais forte do que nunca graças ao trabalho do Comandante-em-Chefe e do Secretário da Guerra.’
O Wall Street Journal Acrescenta que Driscoll iniciará oficialmente a jornada em algum momento nos próximos dias.
Driscoll discordou de Hegseth em uma série de questões, incluindo sua decisão de bloquear uma promoção a secretário de defesa e a destituição em abril de um importante aliado de Driscoll.
A demissão do Chefe do Estado-Maior Randy George por Hegseth no início deste ano significa que o Exército não terá mais um líder confirmado pelo Senado, já que Donald Trump ainda não nomeou o substituto de George.
A notícia surge em meio ao confronto do próprio Trump com Hegseth, o chefe do Pentágono que, segundo rumores, foi deposto dentro do governo.
O secretário do Exército, Dan Driscoll, tornou-se o último nome poderoso a renunciar em Washington, renunciando na segunda-feira, após meses de confrontos com Pete Hegseth.
Os cargos de Driscoll e George exigem a aprovação da maioria no Senado. Um ex-assessor de Hegseth, general Christopher Laneve, está servindo como substituto interino de George.
Esta é uma história em desenvolvimento.



