Nada foi fácil nas fases eliminatórias da Copa do Mundo para a atual campeã Argentina. A cada rodada, Lionel Messi olhava para o possível fim de sua carreira na Copa do Mundo e, ainda assim, a Argentina encontrava uma maneira de vencer – muitas vezes com polêmica.
A vitória de sábado por 3 a 1 na prorrogação sobre a Suíça, nas quartas de final, não foi exceção. Mas embora os suíços tenham ficado furiosos com a revisão do VAR e com a decisão do árbitro João Pinheiro de expulsar Bril Embolo, foi a decisão certa.
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A partida de abertura da seleção masculina dos EUA contra o Paraguai já abriu o precedente para tais revisões do VAR.
Novidade nesta Copa do Mundo, o VAR foi habilitado a verificar identidades erradas em cartões amarelos. Essa revisão foi aplicada em junho, quando o paraguaio Miguel Almiron recebeu cartão amarelo para Tim Rem, apesar de não ter sido tocado por um zagueiro da USMNT. O VAR investigou o incidente e, em vez disso, deu a Almiron um amarelo para simulação de árbitro.
O incidente com Mbolo – que já estava com cartão amarelo – foi estranhamente semelhante. Embolo estava em campo antes do contato com o argentino Leandro Paredes. Foi uma simulação óbvia e Embolo deveria ter tido consciência situacional para conhecer as regras do VAR e não apenas mergulhar para o cartão amarelo.
O oficial holandês Danny Mackelly não foi questionado por mostrar amarelo a Almiron por seu mergulho. Pinheiro não deve ser questionado por ter feito o mesmo com Embolo.
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Dada a forma como a FIFA pretende legislar sobre o abandono do desporto, é uma consequência que pode fazer com que os jogadores tenham dúvidas antes de simularem desnecessariamente o contacto.
Não é uma coisa ruim.
Este artigo foi publicado originalmente para The Win: A partida de abertura da USMNT mostrou por que o VAR acertou ao expulsar o suíço Bril Embolo



