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Notícias do Liverpool: O gol anulado de Virgil van Dijk ‘não é uma questão de linha de visão’

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As decisões subjetivas de impedimento, em que o jogador não toca na bola, são sempre controversas.

Exigem explicações sobre as implicações por parte dos funcionários e isso muitas vezes não é simples.

E Chris Kavanagh, que arbitrou o jogo de domingo entre Manchester City e Liverpool, sabe tudo sobre eles.

Quando o cabeceamento de Virgil van Dijk foi para o gol, Andy Robertson cabeceou para a rede. O zagueiro estava impedido e o auxiliar ergueu a bandeira de impedimento.

Esta decisão não tem a ver com visão, mas sim com “uma acção óbvia que afecta claramente a capacidade do adversário de jogar a bola”.

A regra do impedimento não exige que o árbitro sinta que o goleiro do City, Gianluigi Donnarumma, irá definitivamente defendê-lo, apenas que sua capacidade de fazê-lo será afetada. É a velocidade do pato que é absolutamente crucial, pois pode criar dúvidas na mente do guarda-redes sobre um possível toque.

Se Donnarumma não estivesse perto de Robertson, ou se o jogador não estivesse na pequena área, o caso de impedimento teria sido enfraquecido.

Mas deve haver um argumento de que Donnarumma foi influenciado. Por causa disso, dado que a equipe em campo estava impedida, era improvável que fosse anulado pela revisão do árbitro assistente de vídeo.

É uma decisão limítrofe, mas ainda justificável como uma decisão de campo.

No entanto, os árbitros são informados de que é melhor deixar decisões subjetivas de impedimento normalmente complexas para o VAR e, se isso tivesse acontecido, o Liverpool provavelmente teria conquistado o empate.

Uma boa comparação é o gol anulado do Everton contra o Manchester United em março de 2020. O chute de Dominic Calvert-Lewin foi desviado para o gol e o impedimento Gylfi Sigurdsson, sentado dentro da pequena área, moveu o pé para permitir a passagem da bola. O árbitro? Chris Kavanagh.

Podemos comparar isso com um gol marcado via VAR na temporada passada. A vitória tardia de John Stones para o Manchester City no Wolves foi derrubada quando Bernardo Silva estava na mira do goleiro José Sá.

Mas quando estava perto de Sá, ele não estava na frente dele e não saiu do caminho da bola como Robertson. O árbitro? Chris Kavanagh.

Vimos algumas situações semelhantes nesta temporada – um gol do Manchester United em Nottingham Forest e outro do Leeds contra o Bournemouth – onde um jogador impedido se afastou ligeiramente da bola.

Nestes casos considerou-se que o movimento e a posição dos jogadores (não estavam dentro da pequena área) não eram suficientes para influenciar o guarda-redes.

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