Desde que Aileen Gu decidiu competir sob a bandeira chinesa, e não dos Estados Unidos onde nasceu, a sua cidadania tem sido objeto de escrutínio e controvérsia.
Nascido em São Francisco, ele disse que sua decisão de retribuir sua lealdade em 2019 teve tudo a ver com os filhos “inspiradores” de seu país de origem nas Olimpíadas de seu país natal. Seriam os Jogos de Pequim de 2022, onde Gu ganhou duas medalhas de ouro e uma prata para a China no esqui estilo livre.
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Desde então, ele se tornou multimilionário, principalmente por sua presença e endosso online, não por esquiar. Ela foi a quarta atleta feminina mais bem paga em 2025, ganhando mais de US$ 23 milhões. Segundo Sportico, Dos US$ 23 milhões, todos, exceto US$ 20.000, vieram de endossos.
Agora, ele está de volta às Olimpíadas, ainda competindo pela China e, supostamente, sendo bem pago para isso.
De acordo com o Wall Street JournalGu e Zhu Yi, um colega patinador artístico nascido nos Estados Unidos que agora compete pela China, receberam um total de US$ 6,6 milhões em 2025 do Instituto Municipal de Esportes de Pequim para “buscar excelentes resultados na qualificação para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão em 2026”. No total, os dois teriam recebido cerca de US$ 14 milhões nos últimos três anos.
O orçamento do Instituto Municipal de Esportes de Pequim foi revelado quando foi publicado online sob os nomes Gu e Zhu. Desde então, seus nomes foram retirados dos relatórios públicos.
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Gur já tem prata no Slopestyle na Itália, enquanto Zhu – Beverly Zhu, nascida em Los Angeles – não vai competir nos Jogos de 2026.
“Às vezes sinto que estou carregando o peso de dois países nos ombros”, disse Gu depois de ganhar a prata no Slopestyle. “Apenas poder esquiar, você sabe. Ainda fazendo o meu melhor e ainda amando profundamente o esporte.
“Isso é algo que realmente me interessa e estou muito feliz em apresentá-lo hoje.”
Gu competirá em outras duas provas: halfpipe feminino e big air.



