O secretário da Defesa, Pete Hegseth, alertou que “estamos apenas começando” no caso do Irã, ao anunciar que os EUA haviam assumido o controle total dos céus e agora começariam a lançar enormes bombas gravitacionais.
“O líder da unidade que tentou assassinar o presidente Trump foi encontrado e morto”, afirmou Hegseth numa conferência de imprensa no Pentágono na quarta-feira.
“Quatro dias acabamos de começar”, disse ele. ‘Agora, com controle total dos céus, usaremos GPS de 500 libras, 1.000 libras e 2.000 libras e bombas de gravidade de precisão guiadas por laser, das quais temos um suprimento quase ilimitado.’
Hegseth disse que no início da guerra os EUA usavam “belas munições isoladas”, armas sofisticadas e de longo alcance que permitiam ataques a uma distância suficientemente longa para ficar fora do alcance das defesas inimigas.
O secretário da Defesa disse que estas armas já não são necessárias, mas que “o nosso arsenal é muito forte”.
Embora munições isoladas como os mísseis Tomahawk possam custar mais de 2 milhões de dólares, as bombas gravitacionais proporcionam um impacto semelhante por uma fração do preço, cerca de 25 mil dólares por unidade, embora exijam superioridade aérea total para voar ao alcance.
Ele afirmou que o Irã estava disparando menos mísseis, dizendo que o número que o inimigo tinha agora “não estava nem perto” do que era no início do confronto de sábado.



