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A BBC viu-se envolvida em mais um escândalo depois de um programa noticioso ter editado um discurso de Donald Trump no qual apelava a uma acção violenta no dia 6 de Janeiro.
A edição explosiva levou à queda do diretor-geral Tim Davey – já um veterano de inúmeros escândalos – e da chefe da BBC News, Deborah Ternes, que jurou que a corporação não era “institucionalmente tendenciosa”.
O presidente Trump está furioso com a BBC e teria saudado a saída de “jornalistas corruptos”.
O seu presidente, Samir Shah, admitiu hoje que a emissora cometeu um “erro de julgamento” ao editar o discurso de Trump num episódio do Panorama, no qual disse que iria entrar no Capitólio dos EUA para “lutar como o diabo”.
O colunista do Daily Mail e ex-primeiro-ministro Boris Johnson ameaçou reter sua taxa de licença, a menos que Davey quebrasse o silêncio sobre o incidente ou renunciasse, o que ele fez de forma sensacional no domingo.
O escândalo mais uma vez lançou os holofotes sobre a controversa questão das taxas de licença – que a Secretária da Cultura, Lisa Nandy, admitiu ser “inexequível” este ano.
Os chefes das corporações estão revendo o futuro da taxa e se devem substituí-la por outro pagamento. O número de pagadores de taxas de licença caiu em 300 mil no ano passado, para 23,8 milhões.
Na nossa última sondagem, perguntou-se aos leitores do Mail: O estado actual do Reino Unido é uma traição aos sacrifícios dos heróis do serviço militar?
Dos mais de 30.500 votos expressos, 98 por cento disseram “sim” e apenas 609 (dois por cento) disseram “não”.



