Antes mesmo de a bola rolar no Estádio Banorte, já havia polêmica, pois os torcedores ficaram chateados com o aumento do preço dos ingressos. Os fãs ficaram chocados quando acessaram o aplicativo descolado para ver quanto precisavam gastar para assistir ao jogo de seu time favorito. Para assentos gerais, os assentos mais baratos custarão $ 683 pesos (~$ 40 USD), enquanto os assentos VIP/premium custarão $ 9.113 pesos (~$ 526 USD). Além disso, a taxa de estacionamento foi fixada em US$ 1.139 pesos (~ US$ 65).
Vamos comparar esses preços na temporada passada:
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Antes da reabertura de 2026:
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Assentos gerais: $230-$450 pesos (~$13-$26 USD)
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Região Central: $800-$1.500 pesos (~$46-$86 USD)
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VIP/Premium: US$ 1.500 a US$ 3.500 pesos (~US$ 86 a US$ 202)
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Estacionamento: $350 pesos (~$20 USD)
É compreensível que o preço suba com a reforma do estádio, mas ninguém esperava. Para alguns preços, duplica, até triplica. Apenas o estacionamento em si foi triplicado. Por se tratar do Clássico Jovem, isso pode ser uma explicação, mas os fãs ainda querem conhecer Emilio Azcacarraga e por que ele prejudicaria sua própria torcida.
O América fez a bola rolar rapidamente, pois teve múltiplas oportunidades para abrir o placar cedo. Brian Rodriguez teve várias chances nos primeiros minutos ao subir pelo flanco esquerdo. Cada vez ele foi expulso, mas entrou facilmente no território de Azul. Os visitantes cometeram a primeira falta da noite aos dois minutos, mas a terceira foi a mais perigosa. Rodriguez sofreu falta fora da área e pediu cartão amarelo ao árbitro por ser a terceira vez que sofreu falta, mas o cartão não aconteceu. O próprio uruguaio chutou e chutou direto para a rede, mas Andrés Gudino mandou por cima do travessão para escanteio. A Azul conseguiu proteger Corner de qualquer ameaça. Poucos minutos depois, Rodriguez teve outra chance ao entrar na área, mas seu chute foi bloqueado na linha. Os visitantes viram a segunda oportunidade da noite quando Águilas cometeu a primeira falta da noite. Carlos Rotondi mandou a bola para a área, mas a defesa do América bloqueou facilmente fora da área. O América controlou totalmente o jogo nos primeiros 15 minutos, pois teve múltiplas chances de gol e impediu o Cruz Azul de marcar. O trabalho deles refletiu-se no gol de Patricio Salas aos 17 minutos. Alejandro Zendejas pela direita mandou para a área onde Salas cabeceou e mandou para a rede onde Gudino não conseguiu defender o chute.
O Azul imediatamente tentou contra-atacar quando Rotondi desceu pela esquerda e chutou ele mesmo para o gol, mas o chute foi fraco e Rodolfo Cota segurou a bola com facilidade. O primeiro cartão amarelo da noite veio poucos minutos depois, quando Gonzalo Pivo foi forçado a fazer falta sobre Zendejas antes de derrubar o flanco direito. Uma falta fora da área deu grande chance aos visitantes. Agustín Palavechino se adiantou para cobrar a falta, mas a bola foi direto para Cota. Poucos minutos depois, o Estádio Banorte sofreu o primeiro golpe, após Nico Ibanez sofrer uma lesão sem contato. No replay, parecia que era a perna direita, possivelmente o tendão de Aquiles, já que Cota fingia uma ruptura muscular. O jogador foi amputado e não conseguiu colocar peso na perna. Esperamos que não seja nada sério e que a Ibanez consiga se recuperar em breve.
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À medida que o tempo se aproximava do fim, parecia que os Águilas iam marcar o segundo golo da noite, mas em vez disso o Cruz Azul marcou. Mais uma vez, Rotondi subiu pela lateral esquerda, onde mandou a bola para a área, enquanto Omar Campos corria dentro da área não marcada e empurrava a bola para o fundo da rede com o quadril esquerdo. Nenhum zagueiro do Águilas viu a chegada de Campos e o jogo ficou empatado pouco antes do intervalo.
No início do segundo tempo, Andre Jardine e Nicolas Larkhamon decidiram fazer algumas alterações na esperança de que o jogo corresse bem. A mudança pareceu funcionar para Larkaman e sua equipe, que assumiu o controle no início do segundo tempo. O Azul esteve perto de marcar quando Rotondi e Carlos Rodriguez combinaram para um ataque pela esquerda. O passe de Rotondi na área é desviado antes de chegar a Campos, que quer mais um gol. Foram necessários apenas 10 minutos de ataque implacável do Azul para Jardine fazer mais duas alterações. Lima e Christian Borja deram lugar a Isias Violante e Kevin Alvarez. Essas substituições eram o que o ataque precisava, já que Violante e Alvarez deram uma faísca a Aguilas. Violante criou a primeira chance ao subir pela lateral esquerda e mandar para a área, mas nenhum dos companheiros conseguiu acertar. Alvarez marcou ao avançar pela direita, mas o seu remate foi bloqueado pela defesa dos visitantes. Brian Rodriguez então decidiu resolver o problema com as próprias mãos quando correu, vestiu a camisa azul e chutou, mas acertou ao lado da trave. O então artilheiro Salas fez o mesmo no jogo seguinte, ao chutar para fora do gol, mas Gudino mostrou seus reflexos rápidos com uma defesa com uma mão para parar a bola. Duas mudanças pareciam necessárias para que a América assumisse o controle do jogo. Mas por mais chances criadas, o time da casa não conseguiu chegar ao fundo da rede. Com Henry Martin ainda sem retornar totalmente, eles precisavam desesperadamente de um verdadeiro número nove. Não se sabe quando ele retornará e por quanto tempo. Cada vez que ele voltava, ele se machucava novamente e demorava semanas para voltar aos trilhos. Jardine e a diretoria terão que fazer algo para encontrar outro número nove, porque não conseguem mais contar com Martin.
O resto do jogo correu da mesma forma, com ambas as equipes tendo chances de assumir a liderança, mas nenhuma conseguindo finalizar nenhuma das chances. Os torcedores esperavam um jogo emocionante e explosivo no retorno ao estádio, mas em vez disso tiveram um jogo sem brilho que custou o dobro. Nenhum dos times está em boa forma no momento, mas precisam se recuperar, já que ambos têm jogos pela Copa dos Campeões da CONCACAF esta semana. Se ambos quiserem seguir em frente, com o Azul defendendo o título e o América nas semifinais, precisarão jogar com perfeição para isso.



