CHENNAI: O estrelato aumentou com o marcapasso Mohammed Siraj e o lateral-esquerdo Devdutta Padikkal se juntando ao time da Zona Sul para a final do Troféu Duleep. Para Siraj, a missão doméstica surge numa altura em que começaram a surgir questões sobre a sua forma, impacto na tomada de postigos e carga de trabalho.
A TOI entende que a vaga de Siraj foi analisada após o primeiro Teste contra o Sri Lanka em Gully, com a direção da equipe considerando Gurnoor Brar para o segundo Teste em Colombo. Siraj finalmente se manteve firme, mas só conseguiu acertar dois postigos nos 26 saldos que lançou em um jogo empatado.
O ex-seletor nacional e abridor da Índia, Devang Gandhi, disse que é aqui que Siraj deveria trazer a experiência do jogo.
“Observei Mohammed Shami bem de perto. Na segunda sessão, seu ritmo geralmente diminuía, mas muitas vezes era deliberado. Ele suavizava a massa e, de repente, lançava aquela entrega matadora. Então, quando você fica um pouco maior, nem sempre se trata de ser totalmente forte, mas de ser inteligente”, disse Gandhi, acrescentando que Siraj deveria fazer de tudo para recuperar os braços.
“Seu maior trunfo é a habilidade de lançar através da costura dupla. Quando um arremessador faz isso, a bola tende a costurar dependendo de qual lado da costura ela cai. Isso é algo que ele nunca deve perder”, acrescentou Gandhi.



