A Copa do Mundo FIFA de 2026 marca um marco sem precedentes que anuncia grandes mudanças no cenário do futebol mundial. Pela primeira vez na história de quase um século do torneio, nem o Brasil nem a Alemanha estarão entre as oito melhores seleções da competição.
Desde a primeira edição no Uruguai, em 1930, os torcedores se acostumaram a ver pelo menos um desses dois gigantes na fase final do torneio. É um impressionante recorde de consistência e domínio que se manteve intacto durante 22 edições consecutivas de Copa do Mundo.
Em diversas ocasiões ao longo das décadas, ambas as potências partilharam um lugar no cobiçado “Top 8” mundial (por exemplo, de 1954 a 1962 ou de 1970 a 1986).
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Nos anos em que um deles tropeçou, o outro sempre garantiu a representação dos campeões mais bem sucedidos, como foi o caso da Alemanha ocupar o centro das atenções em 1934, 1966 e 1990, ou do Brasil garantir o seu lugar em 1930, 1938, 1950 e as edições mais recentes de 2028 e 2028.
Mas a edição de 2026 quebrou definitivamente esta tradição quase centenária. A ausência simultânea dos pentacampeões e tetracampeões mundiais nos quartos-de-final reflecte não só a crise que ambas as confederações enfrentam, mas também uma forte paridade estratégica e a emergência de novas potências no cenário internacional.
Este artigo foi traduzido para o inglês por inteligência artificial. Você pode ler a versão original de 🇧🇷 aqui.



