A Austrália pode juntar-se a uma operação militar liderada pelo Reino Unido e pela França para proteger o transporte marítimo global através do Estreito de Ormuz, embora o primeiro-ministro Anthony Albanese tenha negado qualquer compromisso iminente.
O Reino Unido e a França estão a preparar-se para liderar uma missão multinacional de “defesa” destinada a proteger a liberdade de navegação depois de um frágil acordo para reabrir a vital via navegável ter colapsado durante a noite.
O governo albanês deixou deliberadamente a porta aberta à participação, embora tenha deixado claro que qualquer envolvimento australiano seria separado do dos EUA.
Albanese confirmou a posição da Austrália depois de participar de uma cúpula virtual de líderes noturna organizada pelo presidente francês Emmanuel Macron e pelo primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, que também contou com a presença do chanceler alemão Friedrich Merz e do primeiro-ministro italiano Giorgia Meloni.
“No início da manhã, horário australiano, 49 países haviam participado”, disse Albanese no sábado.
‘Tem havido uma abordagem consistente que queremos ver incremental, queremos ver a abertura do Estreito de Ormuz e não queremos ver privatizações nem portagens.’
O primeiro-ministro Starmer disse na cimeira que uma missão militar seria lançada assim que as “condições o permitissem” para proteger a navegação comercial.
Ele disse que a operação seria “estritamente pacífica e defensiva” e se concentraria na garantia e na remoção de minas.
Mais por vir…
Albanese (abaixo à esquerda) se reuniu com líderes mundiais, exceto os Estados Unidos, no sábado



