Uma assistente social escolar casada evitou a prisão depois de se declarar culpada de abusar sexualmente de uma estudante menor de idade.
Chloe Rose Castro, 29 anos, foi condenada em 2 de abril a 20 anos de prisão perpétua em liberdade condicional de supervisão intensiva (ISP) para agressores sexuais por fazer sexo com um menino da sexta série. Os alunos da sexta série têm normalmente entre 11 e 12 anos.
Castro, de Lakewood, Colorado, cumprirá três anos em prisões comunitárias antes de entrar e deverá registrar-se como agressor sexual pelo resto da vida.
Além disso, a jovem de 29 anos, que apareceu usando tranças em suas fotos faciais, pagará mais de US$ 14 mil por danos.
A ex-assistente social foi detida em 29 de outubro de 2024, depois que os pais do menino notificaram o Departamento de Polícia de Arvada.
Eles entregaram evidências de que Castro, um ex-funcionário do Distrito Escolar Público de Jeffco, mantinha um relacionamento impróprio com seu filho, cuja idade exata ainda não está clara.
Um depoimento revisado pela 9News revelou que os pais da criança descobriram mensagens inadequadas no Instagram entre seu filho e Castro.
A mulher casada conheceu o aluno não identificado no final do sexto ano e logo o pediu em namoro, disse a criança, segundo o depoimento.
Chloe Castro, 29 anos, de Lakewood, Colorado, foi condenada a 20 anos de prisão perpétua em liberdade condicional com supervisão intensiva de agressor sexual por fazer sexo com um menino da sexta série.
Quando os pais do menino tentaram tirar o telefone dele, disseram que o filho havia desconectado todas as suas contas e alterado as senhas, de acordo com o depoimento.
O pai da criança disse à polícia que viu mensagens de ‘Chloe Castro’, bem como múltiplas trocas com ‘Jeremy’, informou o meio de comunicação.
Durante a entrevista, a adolescente confirmou que guardou o número de Castro sob o nome de ‘Jeremy’ e que se conheceram quando ela estava na sexta série.
A estudante admitiu que Castro a pediu em namoro e que planejavam ir juntos para o Novo México, segundo o depoimento.
Ela também revelou que Castro é casado, mas ela e o marido entendem que ela deseja ter dois parceiros, afirma o processo judicial.
O tribunal aceitou dezenas de cartas da comunidade indignada exigindo punição máxima para a assistente social desgraçada.
O promotor disse no tribunal: ‘Não há sentença que eu possa pedir que restaure a confiança da comunidade nas Escolas Públicas do Condado de Jefferson.’
Segundo o depoimento, ela conheceu o aluno não identificado no final do sexto ano e logo o pediu em namoro, apesar de ser casada.
“Não há sentenças que eliminem o trauma que esta criança sofreu”, continuaram.
Castro, dirigindo-se ao tribunal, disse estar comprometido com o tratamento e acrescentou que nunca mais trabalharia com crianças.
O tribunal ordenou que Castro fosse levado sob custódia e supervisionado pelos Serviços Correcionais de Intervenção Comunitária.



