Jornada da seleção italiana de Gennaro Gattuso, que busca apagar a memória dos dois últimos play-offs no Estádio Gewis de Bérgamo, esta noite, contra a Irlanda do Norte.
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Ainda fresco na mente dos jogadores – e na verdade de todos os italianos – está este ExtermÃnio pelas mãos da Macedônia do NorteQuem venceu em Palermo Barbera em 2022 e nos mergulhou novamente Pesadelo esportivo Adquirimos essa experiência há quatro anos, contra a Suécia, em San Siro.
Muito tempo se passou desde então, mas nos encontramos na mesma situação, esperando poder qualificar isso, Até 2017, sempre considerávamos isso garantido. No entanto, há motivos de sobra para estar optimista em relação ao jogo de amanhã.
💪 Itália, acredite porque…
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Primeiro, os Azzurri são mais fortes. A Itália certamente teve o empate mais fácil entre os potenciais adversários neste playoff. Esta noite enfrentamos um time classificado em 69º lugar no ranking da FIFA, cujo melhor jogador – o lateral do Liverpool Connor Bradley – está lesionado;
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Depois de duas grandes decepções no passado, podemos descartar o menor risco de subestimar o adversário. A Itália sabe que, antes do jogo com Bérgamo, não é mais uma potência e, portanto, deve se classificar da maneira mais difÃcil. Dados os resultados anteriores, provavelmente é melhor assim;
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Gostamos do time que Gattuso escolheu. É verdade, tem havido controvérsia sobre algumas omissões, mas depois de anos no escuro, temos mais uma vez três avançados que podem realmente entusiasmar-nos. Kean e Retegui mostraram que trabalham bem juntos, enquanto Pio Esposito está pronto para começar. E depois, se olharmos para quem está por trás deles, não falta qualidade: Donnarumma, Tonali e Calafiori estão entre os melhores jogadores da Premier League; Bastoni, DiMarco e Barella – apesar de algumas crÃticas justas – são um trio bem treinado, com os laterais desfrutando de uma temporada individual de sonho; Locatelli e Cambiasso, por sua vez, foram revividos pelo tratamento Spalletti.
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A escolha do estádio, que o treinador principal confirmou ter feito pessoalmente, tira muita pressão de uma equipa que parece estar a sofrer com o peso de jogar em San Siro até ao momento. Gattuso optou por Gewis, que nos últimos anos foi o motor da Atalanta de Gasperini. Se foi a escolha certa ou não, só saberemos amanhã. Pensando no fator psicológico, porém, é difÃcil ver isso como um erro.
Em suma, tudo sugere que este pode finalmente ser o momento certo. Perder o compromisso mais importante pela terceira vez consecutiva seria indesculpável, e o treinador sabe disso. Também para ele, num momento crÃtico da sua carreira, antes de receber uma chamada da FIGC, os próximos cinco dias são cruciais.
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Este artigo foi traduzido para o inglês por inteligência artificial. Você pode ler a versão original de 🇮🇹 aqui.



