Você não pode inventar isso. Depois de forçar o Bayern de Munique a jogar os últimos 20 minutos com nove jogadores, o árbitro Christian Dingert acaba de admitir que cometeu um erro ao expulsar Luis Diaz. Até ao apito final, o Bayer Leverkusen usou a sua vantagem para lançar onda após onda de ataques, incapaz de fazer valer a sua vantagem.
“Durante o jogo, percebi que o fenômeno era que ele estava mergulhando”, disse Christian Dingert (via @iMiaSanMia) “Foi o que vi. Olhando a filmagem agora, fica claro que não foi um pênalti. Mas o cartão vermelho foi muito duro; não vou dar agora.”
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Bem, isso é legal. Uma hora após o final da partida “não vou dar agora”. Responsabilidade inacreditável dos oficiais. Pelo menos meses depois vieram logo após o jogo, como aconteceu no handebol de Cucurella contra a Alemanha. Portanto, Dingert merece crédito nesse aspecto.
O VAR não conseguir intervir e corrigir o seu erro é outro problema. Quem decidiu que o segundo amarelo não pode ser revisto? Foi um absurdo, e se o VAR tivesse feito o seu trabalho, o Bayern de Munique teria vencido o jogo no final. A verdade é que o VAR é mal implementado e outros desportos como o críquete e o rugby têm sistemas de revisão maduros que os envergonham.
O Bayern de Munique termina agora a jornada apenas nove pontos à frente do Borussia Dortmund. A diferença diminuiu, mesmo que ligeiramente.



