A etiqueta da franquia é uma merda.
Produto do acordo coletivo de trabalho de 1993, a etiqueta de franquia dá a cada equipe a capacidade de ocupar um agente livre irrestrito a cada ano. Isso o impede de vir ao mercado aberto. Desde obter um preço justo em um contrato plurianual. Sua posição é superior a empurrar a barra, o que ajudará outros jogadores na mesma posição.
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Os proprietários adoram. Eles não vão deixar isso passar. E mesmo que afete apenas um número limitado de jogadores a cada ano, todos deveriam odiar.
Há uma razão muito específica para odiá-lo. Para diversas posições, as propostas de franquia não chegam nem perto de refletir o valor de mercado.
Caso em questão: o recebedor dos Cowboys, George Pickens. Ele ganhará US$ 27,298 milhões com a marca de franquia em sua posição. No topo do mercado, porém, estão US$ 40 milhões por ano.
Várias outras posições apresentam discrepâncias semelhantes.
No quarterback, a etiqueta é de US$ 43,895 milhões. O mercado chega a US$ 60 milhões.
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Na volta, a etiqueta está fixada em US$ 14,293 milhões. Mercado atinge US$ 20,6 milhões.
Na ponta defensiva, o valor é de US$ 24,34 milhões. O topo do mercado quase dobrou, para US$ 46,5 milhões.
No cornerback, o valor é de US$ 21,6 milhões. Mercado atinge US$ 30,1 milhões.
Para outras localidades, a diferença não é tão grande.
No tight end, a etiqueta é de US$ 15 milhões. No topo do mercado estão US$ 19,15 milhões.
Para atacantes ofensivos, o valor é de US$ 25,773 milhões. O valor máximo do mercado é de US$ 28,5 milhões.
Para tackles defensivos, a etiqueta é de US$ 27,127 milhões. Mercado atinge US$ 31,75 milhões.
Em segurança, a etiqueta é de US$ 20,149 milhões. O mercado superou US$ 25,1 milhões.
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Linebacker é uma posição estranha. A etiqueta é de US$ 26,865 milhões, mas o topo do mercado é de US$ 21 milhões. (Este é o resultado de alguns jogadores descritos com mais precisão como edge rushers pousando na categoria linebacker para fins de tag.)
Para kickers e apostadores, a marca de US$ 6,649 milhões superou o mercado. O valor de mercado dos kickers é atualmente de US$ 6,4 milhões; Para apostadores, são US$ 4 milhões.
Onde a etiqueta fica atrás do topo do mercado, torna-se óbvio para as equipes usá-la. Onde a etiqueta chega ao mercado, é por um triz. Quando a etiqueta vende mais que o mercado, é óbvio não usá-la.
Caso em questão: como todos os atacantes caem no mesmo balde, os Ravens não iriam marcar Tyler Linderbaum. O centro liderou o mercado com US$ 18 milhões, mais de US$ 7 milhões abaixo do valor da etiqueta.
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A fórmula para determinar tags mudou no CBA de 2011. (Isso se baseia na porcentagem do limite consumido pela etiqueta de franquia na posição em uma média móvel de cinco anos.) Para o próximo CBA, esperamos que o sindicato pressione por um cálculo revisado que resulte em uma lacuna menor entre a etiqueta e o valor de mercado, para todas as posições.



