
Uma mulher de Watsonville se declarou culpada pela morte de seu filho recém-nascido em 1994, encerrando um caso arquivado de 30 anos.
Pamela Ferreyra, 61, se declarou culpada de uma acusação de homicídio culposo e uma acusação de agressão agravada, resultando em lesões corporais graves. Sua sentença está prevista para 18 de fevereiro e pode pegar 13 anos e quatro meses de prisão estadual.
O caso começou em 3 de dezembro de 1994, quando os restos mortais parciais de um bebê, com apenas dois ou três dias de idade, foram encontrados perto de Garin Road, em Prunedale. Uma autópsia mostrou que o bebê nasceu vivo, provavelmente fora do hospital, e não foi alimentado por cerca de 24 horas antes de morrer. Nenhum relatório de desaparecimento foi feito na época, e os investigadores do Gabinete do Xerife do Condado de Monterey não conseguiram identificar os pais da criança.
A Força-Tarefa de Casos Arquivados do Ministério Público, lançada em 2020, submeteu o DNA dos restos mortais da criança para testes adicionais. Em 2024, novas análises identificaram Ferreira como a mãe do bebê.
Durante a entrevista, Ferreira disse aos investigadores que escondeu a gravidez da família, deu à luz em casa, vestiu a bebé, colocou-a no carro e deixou-a numa zona remota de Prunedale. Ele nunca voltou ao local nem tentou descobrir o que aconteceu com ele.
O caso de Ferreira marca a décima condenação ligada a um homicídio arquivado desde que a força-tarefa foi criada.



