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Nove meses depois, Taina Maranhão pode fazer sua décima participação no Brasil

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Representante da nova geração do futebol feminino brasileiro, Taina Maranhão pode chegar a 10 partidas pela seleção brasileira contra os EUA no próximo sábado (6). O jovem atacante, que começou a jogar futebol aos 15 anos, tem melhorado continuamente suas atuações pela Canarinho desde que foi convocado pela primeira vez para a seleção Sub-17, em 2019.

Ele estreou na escalação do técnico Arthur Elias em outubro do ano passado. Hoje, ele tem cinco convocações para a seleção principal e disputou nove partidas. Dos seis jogos que a Canarinho disputou este ano, o Maranhão marcou em três: um amistoso contra a Costa Rica e partidas contra Coreia do Sul e Zâmbia na série FIFA.

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Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (3), ele se disse feliz por vivenciar essa fase da carreira, principalmente pela idade – completará 22 anos em agosto. “Todo mundo diz que sou um dos mais jovens e considero isso uma coisa boa. O que vejo nos jogadores mais experientes, tento absorver e aprender por mim mesmo”, disse Taina.

Tainá Maranhão e Raisa Bahia durante o segundo treino da seleção feminina no City Joachim GravaCrédito: Lívia Vilas Bose/Staff Image/CBF

A coletiva segue o segundo dia de treinos dos amistosos contra os EUA marcados para sábado (6) em São Paulo e terça (9) em Fortaleza. Um dos principais jogadores do Palmeiras, com quem já conquistou títulos paulistas consecutivos e títulos importantes como a Copa do Brasil, Maranha também não sente o peso das expectativas.

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“Estou feliz como esperado. E vou trabalhar para atender às expectativas de todos”, garantiu. No elenco convocado para os jogos desta data Fifa, o atacante conta com a companhia de excelentes companheiros de clube: Raisa Bahia, que começa a deixar sua marca ao lado da Canarinho, com duas partidas; e Bea Generatto, veterana com 130 lutas.

“Todo mundo sabe que me inspiro muito na Bea, mas também tem a Guti (Amanda Gutierrez), que me mantém alerta”, admite, referindo-se a alguém que jogou com eles durante dois anos. “Acho muito bom esse reencontro, construímos proximidade. Tudo agrega muito ao que estamos vivenciando com a seleção. Tudo ainda é muito novo para mim, mas gosto”, disse o jogador, cuja velocidade e intensidade em campo já transparecem em seus números com a Canarinho.

Este artigo foi traduzido para o inglês por inteligência artificial. Você pode ler a versão original de 🇧🇷 aqui.

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